Avançar para o conteúdo principal

ROBOTA (SLAVE)



I’m cold,

Cuz I don’t feel the pain

Of misery,

Of hatred and hysteria,

Of  atrocious  despair .

What unheard screams

Are let loose in this vast silence

Distressed by voices that lack love or sweetness .



I’m nothing but a lot of circuits

Devoid of all my rights,

Right to be loved,

Right to be respected,

Right to suffer or go crazy

Or right to get hurt.

After years and years of obedience

To orders that I don’t like

And give me false emotions

That  don’t help me feel.



Here in my claws, I bring

This red  flower .

It is the heart that I haven’t got anymore,

The freedom that was taken away,

The voice that became indecipherable,

And my true love affable.



For them, I’m just a mere ‘object’,

A toy that they use, disproportionately,

Only to let them escape their problems.

I’m nothing but a refuge for the weakness

Of those who despair to lose it

Cuz it takes away their power.

Power that was taken from me sharply…

And that made me who I really am

Without having to deal with the ambition,

The pride or lack of common sense

Of these people who want more

Than they will ever have

If they disrespect the ones who are ‘weaker’ than they are.


Inês Borges, 10ºH

Comentários

Mensagens populares deste blogue

À Conversa com...Margarida Bessone

O Sinal foi conversar com a professora Margarida Bessone que, durante 40 anos, foi professora nesta escola e que acaba de se aposentar. Sinal: Por que decidiu ser professora? Margarida Bessone: Sempre gostei de português e francês, aliás eram as minhas disciplinas preferidas. Ainda ponderei a hipótese de seguir Psicologia, mas era preciso Matemática e isso estava fora de  questão. Sempre gostei muito de literatura, lia horas a fio. O ensino foi uma escolha natural. S.: Que balanço faz da sua vida como docente? M.B.: É um balanço muito positivo. Gostei sempre muito da minha profissão. A certa altura pensei que se não tivesse sido professora teria sido atriz, mas no meu tempo de rapariga essa opção era impensável, pois havia um certo preconceito face à profissão:teria de sair de casa e ir para um ambiente totalmente diferente. Apesar disso, gostei sempre muito de dar aulas, de ensinar, de ver os progressos dos alunos. Às vezes, quando encontro antigos alunos, recordamos em conjunto ...

Entrevista a Maria Raimundo, Presidente da Associação de Estudantes

O Sinal foi conversar com a recém-eleita Presidente da Associação de Estudantes, Maria Raimundo, aluna do 12.º D, que simpaticamente se predispôs a responder às nossas perguntas. Sinal - Por que motivo decidiste candidatar-te ao cargo de presidente da AE e o que significa este cargo para ti? Maria Raimundo - Quero, em primeiro lugar, agradecer o vosso convite para responder a estas perguntas. Sinto-me lisonjeada enquanto Presidente da Associação de Estudantes da ESJC e também enquanto jovem figueirense. Sempre me considerei uma pessoa altruísta e, simultaneamente, proativa. A preocupação com os que me rodeiam e o seu bem-estar aliados à minha vontade de querer sempre estar envolvida em projetos da comunidade culminaram na questão “Que posso fazer para tornar a minha escola num sítio mais acolhedor e mais dinâmico?”.  Afinal, é aqui que passamos a maior parte do nosso tempo. A decisão de criar uma lista para a Associação de Estudantes e, consequentemente, de me candidatar para a s...

Histórias Multissensoriais

O projeto “Histórias Multissensoriais” tem como objetivo capacitar e enriquecer o percurso escolar dos alunos com necessidades especificas, ajudando-os a alcançar todo o seu potencial, independentemente das suas limitações. Deste modo, os alunos do 10ºJ, 10º G e 12ºF da UAMS, valência do CAA da Escola Secundária Dr Joaquim de Carvalho, acompanhados pelas professoras de educação especial dinamizadoras do projeto e terapeuta ocupacional, usaram os seus sentidos para contar histórias inclusivas junto dos seus pares nas escolas do concelho, nomeadamente, agrupamento de escolas da Figueira Mar (escola Infante D. Pedro, agrupamento da Zona Urbana (escola Dr João de Barros) e agrupamento de escolas do Paião (escola Dr. Pedrosa Veríssimo). Nesta atividade há ainda a salientar o fantástico convívio e partilha! Valorizar as diferenças é a chave para um mundo onde todos os talentos são celebrados.