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Mensagens

Joaquim de Carvalho segue para a fase seguinte do CNL

O nosso aluno João da Silva Santos, que frequenta o 10ºA, é um dos vencedores do IX Concurso Concelhio da Leitura da Figueira da Foz – 2022, cujas provas decorreram no auditório municipal da cidade, na passada segunda-feira, dia 7 de março. Este ano, aos alunos do 3º CEB foram propostas as obras O Conto da Ilha Desconhecida , de José Saramago e Veloz como o Vento , de Gene Victor. Por sua vez, a escolha para o Ensino Secundário recaiu sobre A Rapariga Que Lia no Metro , de Christine Féret-Fleury e Contra Mim , de Valter Hugo Mãe. Após a realização da prova escrita, os seis concorrentes mais bem classificados de cada nível de ensino foram submetidos a uma prova oral constituída por um momento de leitura expressiva de um excerto das obras lidas e uma questão de argumentação, igualmente sobre uma das obras propostas. A fase da CIM do Concurso Nacional de Leitura está agendada para o dia 27 de abril e terá lugar na Lousã. A obra escolhida, para o Ensino Secundário, é O legado de Mandel...

A Guerra que Mata: sentimento de um ucraniano

No passado dia 24 de fevereiro (quinta-feira), a Rússia invadiu a Ucrânia. O conflito surgiu (entre outras razões) devido à vontade ucraniana de adesão à NATO, à qual a Rússia se opõe cabalmente. Desde o primeiro dia, apesar da vantagem russa no campo militar, os ucranianos estão a mostrar uma grande resistência. Somos jovens preocupados com o que está a acontecer no mundo e, por isso, não podemos ficar insensíveis à guerra. A nossa escola é frequentada por vários alunos ucranianos, que estão a ser diretamente afetados por este conflito. Um deles é Stanislav Kozlovskyy, nosso colaborador no Clube de Jornalismo. Deixamos aqui o seu testemunho: “Ainda que tenha nascido em Portugal e o meu Cartão de Cidadão indique que sou português, sou ucraniano: em primeiro lugar, porque o meu pai é de Irshava, uma pequena cidade junto à fronteira com a Eslováquia e com a Hungria, e a minha mãe de uma localidade perto de Kiev; em segundo lugar, porque cresci na cultura ucraniana e a maior parte dos meu...

Entrevista Pós- Concerto de São Valentim

Na passada segunda-feira, dia 14 de fevereiro, o intervalo das 10 horas foi acompanhado de um concerto realizado por 2 alunos do 12º ano da Joaquim de Carvalho, Ricardo Martins (12º F) e Maria Ana Trindade (12ºG),  convidados pela nossa Associação de Estudantes.  A fim de os conhecermos melhor e, de certa forma, também de lhes agradecer o ambiente proporcionado a todos os que se encontravam no bar, decidimos entrevistá-los. Sinal: Como descreverias o “amor” numa frase? Ricardo: “O amor”, para mim, “é o que comanda a vida.” Maria Ana : O amor é um sentimento de grande carinho e um conjunto de valores, tais como, o respeito, a confiança, principalmente, e a segurança. Para mim existem vários tipos de amor como o amor à família, ao namorado ou namorada, amor à vida e, o mais importante de todos eles, o amor próprio. Sinal:  Que significa o “Dia de São Valentim” para ti? Ricardo: É uma lembrança para amarmos e refletirmos sobre as nossas vidas. Maria Ana: Para mim, é u...

Era uma vez...

Era uma vez uma rapariga O beijo, Gustav Klimt Uma rapariga bonita, Elegante, De personalidade forte Que rasgava corações aleatórios Até que chegou ao meu. Eu, cheio de dúvidas Após um sonho meio que esquisito Pensei e repensei nela Até que o meu coração saiu Voltou Saiu Voltou Saiu Voltou Confusão esta que me fez apaixonar profundamente Por esta misteriosa rapariga Que me deixa inseguro e seguro Triste e feliz Acende a minha chama Tudo isto ao mesmo tempo Faz me voltar a querer que chegue segunda feira Só para que seja possível estar com ela de novo Nem que seja só para olhar intensamente Num mero instante passei de um simples rapaz A um rapaz perdidamente apaixonado. Nunca fui de contos de fadas Mas gostava que esta história tivesse um final feliz. Tens algo que me excita ,que me seduz profundamente Não sei se são os abraços, Não sei se são os silêncios, Não sei se é a atitude, Não sei se é o risco de não ser correspondido, Só sei que não tenho coragem para falar com ela na cara. Ten...

Alunos da JC vão ao Teatro

  Ontem, dia 16 de fevereiro, 170 alunos do 10ºano assistiram, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, à representação da peça de Gil Vicente, Farsa de Inês Pereira , pela companhia de teatro Filandorra – Teatro do Nordeste. Durante cerca de uma hora, os alunos contactaram com o texto vicentino numa divertida adaptação ao século XXI, onde não faltaram a música popular, interacção com o público e muitas gargalhadas, provando, assim, que a crítica social daquele que é considerado o “Pai” do Teatro Português continua, infelizmente, muito atual. Deve destacar-se o excelente desempenho dos atores e o bom comportamento dos nossos alunos.

Comemorando o Amor com Poesia

Hoje é dia de São Valentim. Foto de Jamon Joselito   Como prometido, deixamos aqui alguns dos poemas que nos foram chegando e uma carta, também ela  de amor.  Parabéns a todos os participantes! TU Sem tempo para desperdiçar, Cem sensações por descobrir, tu a Mulher que acendeu a chama dentro de mim. Sensações que não sabia que existiam, mas no momento em que me tocaste elas surgiram, surgiram assim de repente como um feixe de luz formando assim um arco-íris quase tão belo como tu. Francisco Pereira,11ºF AMAR Amar é amar, É estar só por estar, À beira-mar, Olhar para o outro e pensar Que se é para amar, É para amar sem parar. Amar é respeitar, É fazer as feridas sarar, Criar memórias, Construir histórias, Continuá-las, Vivê-las, Senti-las, Tudo num só momento, Tão doce e tão puro, Amar é como um pôr-do-sol, Vibrante, radiante Nunca constante Nunca igual, Mas sempre heteróclito. Amar é rir, Amar é chorar, Amar é sentir… Amar é no fundo um verbo, E quanto mais o conjugarmos,...

Viagem ao mundo do livro

No dia dois de fevereiro, as professoras  do Clube de Leitura proporcionaram-nos uma visita à livraria Miguel de Carvalho que fica na rua Dr. José Jardim, 79,  junto à praça General Freire de Andrade na nossa cidade. Ao entrarmos neste espaço, mergulhámos num mundo que até aí nos era desconhecido, o dos alfarrábios, ou seja, dos livros antigos, e foi precisamente com o esclarecimento do significado da palavra “alfarrabista” que começámos a nossa visita. Logo a seguir, Miguel de Carvalho, livreiro desde 1994 e bibliófilo há ainda mais tempo, explicou-nos a evolução do livro enquanto objeto, as mudanças que ocorreram ao longo dos séculos até chegar a nós no formato que hoje conhecemos. Falou ainda sobre a diferença que existe entre as livrarias independentes e as grandes livrarias. Ao contrário das segundas, as primeiras não têm um propósito apenas comercial e têm, certamente, um lado muito mais pessoal. No fundo, prestam um serviço a quem as visita, contribuindo para o seu enri...