No passado dia 19 de fevereiro, realizou-se em Coimbra, no auditório do IPDJ, com a presença do Presidente da Câmara de Coimbra, da representante da Assembleia da Republica, de um deputado do partido socialista e do Diretor Regional do IPDJ, a sessão Distrital do “Parlamento dos Jovens 2013”, estando a nossa escola representada pelos deputados efetivos, Manuel Aires dos Santos e Viviane Andrade, e pelo deputado suplente, Gonçalo Dias, sendo todos do 11º ano de escolaridade. Este momento foi de uma intensa alegria vivenciada pelos nossos jovens deputados, aliada a uma justa recompensa, pela forma abnegada, altruísta e profundamente empenhada com que sempre pautaram as suas intervenções, garantindo-lhes a confiança dos deputados presentes, para representarem o círculo de Coimbra, na Assembleia da República, nos dias 27 e 28 de maio, elegendo-os em 2º lugar. Foi com muito orgulho e labor que estes nossos jovens deputados figueirenses defenderam, nesse espaço de debate e discussão, as medidas propostas no nosso projeto de recomendações à Assembleia da República, tendo obtido dos 38 deputados presentes 20 votos, o que deu à nossa escola o 3º lugar. No entanto, a parte da tarde seria ainda mais gratificante, pois o trabalho desenvolvido por estes jovens deputados foi retribuído, quando os diversos deputados os elegeram como representantes do círculo de Coimbra, para estarem presentes na Assembleia da República.
O Sinal foi conversar com a professora Margarida Bessone que, durante 40 anos, foi professora nesta escola e que acaba de se aposentar. Sinal: Por que decidiu ser professora? Margarida Bessone: Sempre gostei de português e francês, aliás eram as minhas disciplinas preferidas. Ainda ponderei a hipótese de seguir Psicologia, mas era preciso Matemática e isso estava fora de questão. Sempre gostei muito de literatura, lia horas a fio. O ensino foi uma escolha natural. S.: Que balanço faz da sua vida como docente? M.B.: É um balanço muito positivo. Gostei sempre muito da minha profissão. A certa altura pensei que se não tivesse sido professora teria sido atriz, mas no meu tempo de rapariga essa opção era impensável, pois havia um certo preconceito face à profissão:teria de sair de casa e ir para um ambiente totalmente diferente. Apesar disso, gostei sempre muito de dar aulas, de ensinar, de ver os progressos dos alunos. Às vezes, quando encontro antigos alunos, recordamos em conjunto ...
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