Avançar para o conteúdo principal

Entrevista a Telma Santos, Campeã Nacional de Escalada


BI

Idade:15 anos
Naturalidade: Figueira da Foz
Residência: Figueira da Foz
Escola: Secundária Dr. Joaquim de Carvalho
Passatempo favorito:Montanhismo
Profissão futura: Investigadora criminal

Há quanto tempo praticas montanhismo?
Há seis anos.

O que te levou a escolher este desporto?
Eu não conhecia o desporto, até que tive uma experiência com escalada. Gostei imediatamente. Comecei a ir aos treinos, enquadrei-me e percebi que era a minha vocação.

Dentro da modalidade, tens algum ídolo?
Uma escaladora inglesa de nome Shauna Coxsey.

Alguma vez pensaste chegar tão longe?
Não. Quando comecei, pensava que seria apenas um passatempo e nunca pensei que integraria a Seleção Nacional.

Como surgiu a oportunidade de integrares a Seleção Nacional?
Comecei a fazer escalada como um hobby, até que o meu treinador me convidou a integrar a FPME.
Comecei a fazer provas pelo país e consagrei-me campeã nacional de escalada dois anos seguidos (2015-2016). Quando me tornei campeã em 2015, participei num estágio para a Seleção Nacional de Jovens de Escalada, e consegui entrar.

Quanto tempo dedicas ao treino?
Treino três vezes por semana, no Paião. Os treinos têm a duração de três horas Nas férias treino cinco dias por semana.

Tens alguma mensagem  para os leitores do Sinal?
A escalada é um excelente desporto que todos devem experimentar. É um desporto radical e existe muito convívio, mesmo entre equipas rivais.





















David Vaz, 7º C
Ana Filipa Pereira, 7º E
Maria Alhinho, 7ºE
Bernardo Francisco, 9ºA
Raquel Almeida, 10ºE
Tiago Gomes, 10ºC

Comentários

Mensagens populares deste blogue

À Conversa com...Margarida Bessone

O Sinal foi conversar com a professora Margarida Bessone que, durante 40 anos, foi professora nesta escola e que acaba de se aposentar. Sinal: Por que decidiu ser professora? Margarida Bessone: Sempre gostei de português e francês, aliás eram as minhas disciplinas preferidas. Ainda ponderei a hipótese de seguir Psicologia, mas era preciso Matemática e isso estava fora de  questão. Sempre gostei muito de literatura, lia horas a fio. O ensino foi uma escolha natural. S.: Que balanço faz da sua vida como docente? M.B.: É um balanço muito positivo. Gostei sempre muito da minha profissão. A certa altura pensei que se não tivesse sido professora teria sido atriz, mas no meu tempo de rapariga essa opção era impensável, pois havia um certo preconceito face à profissão:teria de sair de casa e ir para um ambiente totalmente diferente. Apesar disso, gostei sempre muito de dar aulas, de ensinar, de ver os progressos dos alunos. Às vezes, quando encontro antigos alunos, recordamos em conjunto ...

Entrevista a Maria Raimundo, Presidente da Associação de Estudantes

O Sinal foi conversar com a recém-eleita Presidente da Associação de Estudantes, Maria Raimundo, aluna do 12.º D, que simpaticamente se predispôs a responder às nossas perguntas. Sinal - Por que motivo decidiste candidatar-te ao cargo de presidente da AE e o que significa este cargo para ti? Maria Raimundo - Quero, em primeiro lugar, agradecer o vosso convite para responder a estas perguntas. Sinto-me lisonjeada enquanto Presidente da Associação de Estudantes da ESJC e também enquanto jovem figueirense. Sempre me considerei uma pessoa altruísta e, simultaneamente, proativa. A preocupação com os que me rodeiam e o seu bem-estar aliados à minha vontade de querer sempre estar envolvida em projetos da comunidade culminaram na questão “Que posso fazer para tornar a minha escola num sítio mais acolhedor e mais dinâmico?”.  Afinal, é aqui que passamos a maior parte do nosso tempo. A decisão de criar uma lista para a Associação de Estudantes e, consequentemente, de me candidatar para a s...

À conversa com..... o Dr. Carlos Santos, Diretor da JC

Jornal Sinal foi entrevistar o Dr. Carlos Santos, diretor cessante da escola Secundária dr. Joaquim de Carvalho. Para já ficam algumas notas biográficas. Nasceu na Figueira da Foz e estudou nesta escola. Licenciou-se em Filosofia na FLUC. É casado, e pai de dois filhos, que também foram alunos da nossa escola. Lecionou em diferentes escolas secundárias, como o próprio explica. Carlos Santos - Por onde é que eu andei? A primeira escola onde lecionei foi a escola secundária da Gândara dos Olivais, seguiu-se a de Alcobaça, que era uma escola que tinha uma exploração agrícola. Depois, fui para o Oliveira do Hospital, finalmente, vinculei em Alcanena, onde fui efetivo-provisório, isto é, professor do Quadro de nomeação Provisória. No ano 1988-1989, vim para a Figueira da Foz, para a escola Dr. Bernardino Machado. Foi nessa altura que nasceu o meu filho. Depois fui para Odemira, a 375 quilómetros de casa. Foi nessa escola que eu efetivei em quadro de escola e onde permaneci e fiz o meu est...