Avançar para o conteúdo principal

Cristiano Ronaldo, uma inspiração!

Hoje em dia, todas as pessoas conhecem Cristiano Ronaldo, o melhor e o maior futebolista de toda a história do futebol que mais inspira os jovens da atualidade.
Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, mais conhecido como CR7, é um futebolista português nascido na ilha da Madeira a 5 de Fevereiro de 1985. Oriundo de uma família muito pobre, a sua vida é quase um milagre, já que a sua mãe pensou não deixá-lo vir ao mundo.
Quando era criança, CR7 passava a maior parte do tempo a jogar futebol num campo do seu bairro e a apanhar lixo em troca de algum dinheiro para ajudar os seus pais, devido às suas difíceis condições económicas.
Depois de muito trabalho e dedicação e com apenas dez anos conseguiu um contrato com o Sporting, onde aperfeiçoou as suas técnicas, o que mudaria completamente a sua vida futura.
O sucesso de Ronaldo tem origem na sua grande capacidade de auto mentalização. Como ele disse: “Eu sou o melhor! Posso não ser, mas na minha cabeça eu sou o melhor! Se o ser humano não pensar assim não tem ambição, portanto na minha cabeça eu sou o melhor!”.
Concluindo, Cristiano Ronaldo atingiu um patamar de excelência graças à sua dedicação e ambição. Por isso devemos sempre trabalhar pelos nossos objetivos e nunca desistir dos nossos sonhos.

Bernardo Casqueira, 10ºB
Jammy Garcia, 10ºB
Tiago Silva, 10ºB

Comentários

Mensagens populares deste blogue

À Conversa com...Margarida Bessone

O Sinal foi conversar com a professora Margarida Bessone que, durante 40 anos, foi professora nesta escola e que acaba de se aposentar. Sinal: Por que decidiu ser professora? Margarida Bessone: Sempre gostei de português e francês, aliás eram as minhas disciplinas preferidas. Ainda ponderei a hipótese de seguir Psicologia, mas era preciso Matemática e isso estava fora de  questão. Sempre gostei muito de literatura, lia horas a fio. O ensino foi uma escolha natural. S.: Que balanço faz da sua vida como docente? M.B.: É um balanço muito positivo. Gostei sempre muito da minha profissão. A certa altura pensei que se não tivesse sido professora teria sido atriz, mas no meu tempo de rapariga essa opção era impensável, pois havia um certo preconceito face à profissão:teria de sair de casa e ir para um ambiente totalmente diferente. Apesar disso, gostei sempre muito de dar aulas, de ensinar, de ver os progressos dos alunos. Às vezes, quando encontro antigos alunos, recordamos em conjunto ...

Entrevista a Maria Raimundo, Presidente da Associação de Estudantes

O Sinal foi conversar com a recém-eleita Presidente da Associação de Estudantes, Maria Raimundo, aluna do 12.º D, que simpaticamente se predispôs a responder às nossas perguntas. Sinal - Por que motivo decidiste candidatar-te ao cargo de presidente da AE e o que significa este cargo para ti? Maria Raimundo - Quero, em primeiro lugar, agradecer o vosso convite para responder a estas perguntas. Sinto-me lisonjeada enquanto Presidente da Associação de Estudantes da ESJC e também enquanto jovem figueirense. Sempre me considerei uma pessoa altruísta e, simultaneamente, proativa. A preocupação com os que me rodeiam e o seu bem-estar aliados à minha vontade de querer sempre estar envolvida em projetos da comunidade culminaram na questão “Que posso fazer para tornar a minha escola num sítio mais acolhedor e mais dinâmico?”.  Afinal, é aqui que passamos a maior parte do nosso tempo. A decisão de criar uma lista para a Associação de Estudantes e, consequentemente, de me candidatar para a s...

À conversa com..... o Dr. Carlos Santos, Diretor da JC

Jornal Sinal foi entrevistar o Dr. Carlos Santos, diretor cessante da escola Secundária dr. Joaquim de Carvalho. Para já ficam algumas notas biográficas. Nasceu na Figueira da Foz e estudou nesta escola. Licenciou-se em Filosofia na FLUC. É casado, e pai de dois filhos, que também foram alunos da nossa escola. Lecionou em diferentes escolas secundárias, como o próprio explica. Carlos Santos - Por onde é que eu andei? A primeira escola onde lecionei foi a escola secundária da Gândara dos Olivais, seguiu-se a de Alcobaça, que era uma escola que tinha uma exploração agrícola. Depois, fui para o Oliveira do Hospital, finalmente, vinculei em Alcanena, onde fui efetivo-provisório, isto é, professor do Quadro de nomeação Provisória. No ano 1988-1989, vim para a Figueira da Foz, para a escola Dr. Bernardino Machado. Foi nessa altura que nasceu o meu filho. Depois fui para Odemira, a 375 quilómetros de casa. Foi nessa escola que eu efetivei em quadro de escola e onde permaneci e fiz o meu est...